Decoração

  • horta no apto post

 

Veja os melhores suportes, formas de cultivo e espécies

 

Basicamente, ter uma horta na varanda exige o plantio em vasos ou floreiras e isso significa menor enraizamento da raiz e maior evaporação da água, pois o sol e o calor aquecem as paredes  dos  recipientes.  Assim, dois cuidados são essenciais: regar mais as plantas e alocá-las em recipientes com espaço suficiente para o correto desenvolvimento de cada espécie. Porém, se o  morador  optar  por  vasos  pequenos, ele  deverá estar ciente de que deverá substituir o tempero ou verdura  com  maior  frequência.

Nas varandas, a tendência é que o vento seja mais pronunciado, portanto os vegetais escolhidos precisam ser mais resistentes a sua ação: o alecrim, por exemplo, tem caules fortes e a cebolinha comum, tamanho reduzido, facilitando o cultivo. Porém, o manjericão, que cresce rapidamente, deve ser evitado, a não ser que seja bem protegido das rajadas.

No entanto, não adianta começar a pensar em uma bela horta na varanda se a sua não recebe, no mínimo, quatro horas de sol por dia. As plantas privadas da incidência solar não se desenvolvem bem, seus caules ficam finos e os ramos, alongados e frágeis. Como algumas espécies têm um ciclo de vida reduzido, de seis meses a um ano, tende a ser necessária a troca das mudas de tempos em tempos. Além disso, sempre que surgirem folhas doentes, retire-as, para evitar a contaminação.

Como em canteiros no quintal, a terra para o cultivo deve estar sempre úmida, mas bem drenada, para evitar o apodrecimento das raízes. Para conseguir uma boa drenagem coloque pedaços de tijolos, cacos de telhas ou brita seguidos por uma manta de drenagem ou areia grossa no fundo do recipiente, antes de inserir a terra adubada. Por cima de tudo uma camada de casca de pinus ajuda a manter a umidade do substrato. Dê preferência, também, ao adubo orgânico, utilizado em pequenas quantidades.

 

Vasos e suportes

O tipo de material do recipiente, seu formato e tamanho influenciam no cultivo.

Vasos acomodam melhor os temperos, que se reproduzem rapidamente, enquanto as jardineiras são mais adequadas para verduras. Os cerâmicos absorvem mais e melhor a água, mantendo a terra úmida e, quanto maiores os recipientes, mais a terra demorará a secar.

Colocar os vasos no piso ou sobre bancos protege as plantas dos ventos, enquanto os suspensos acabam sendo mais suscetíveis. Se a horta for montada sobre bancos de madeira,  aparadores ou escadas, o espaço é economizado e o cuidado diário fica mais fácil. Os recipientes também podem ser inseridos em caixas de madeira de tamanhos alternados, umas maiores, outras menores, que criam barreiras extras contra o vento e o frio. Esses caixotes funcionam como cachepôs e, se apoiados em bases com rodízios, facilitam a limpeza do piso.

As hortas suspensas economizam espaço, mas devem ser posicionadas em paredes que além de sol, recebam pouco vento. Use vasos de cerâmica menores acoplados a essas estruturas. Alternativas são os leves, como os de fibra de coco, resina ou PVC.

 

 

Tipos de hortas

As hortas podem ser aromáticas (ou de temperos) ou de verduras e legumes. Existem condimentos que necessitam de menos luz, como a hortelã, o tomilho, a salsa lisa e a cebolinha. E há espécies que compartilham o espaço. Alecrim, manjericão e pimenta formam touceiras e demandam vasos redondos e fundos, com profundidade entre 30 cm e 40 cm.

A hortelã, todavia, deve ser plantada sozinha, pois suas raízes são muito agressivas e acabam por sufocar as de qualquer planta que se avizinhe. No outro extremo está o orégano: como seu enraizamento é modesto, pode ser alocado em vasos ou jardineiras menores, junto com o tomilho e o louro. Já a manjerona é um tempero rasteiro e de fácil cultivo, que se adapta bem aos recipientes rasos (de 15 cm a 20 cm).

A alface quer, pelo menos, cinco horas de sol por dia e boa circulação de ar. O recipiente de plantio pode ser uma jardineira com aproximadamente 20 cm de profundidade, ‘cheinha’ de substrato rico em nutrientes, bem adubado. Sempre após a colheita, outra muda deve ser plantada. A rúcula se desenvolve melhor em locais mais frescos; suas raízes são pequenas e não necessitam de vasos grandes, 20 cm de profundidade são suficientes.

 

Gostou da idéia? Faça já a sua!

Inspire-se nesses modelos:

 

 

Fonte: UOL

  • decoração de natal

Inspire-se para fazer sua decoração de Natal

 

Ainda está em dúvida sobre como fazer a decoração natalina?

Veja fotos de diversos estilos para se inspirar e criar um ambiente de Natal bem aconchegante no seu lar.

 

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Você já pensou em oferecer mobiliário ou objetos de design para atender o mundo PET (animal doméstico em inglês)?

Bem deveria, ao menos por aqui. Não sei ainda como estão os dados no Brasil, mas na Itália a situação é a seguinte: 78,7 % dos italianos possui um animal doméstico (63% cão e 47% gatos). Uma paixão em crescimento, cujo testemunho vem inclusive do consumo, principalmente na principal categoria, a dos alimentos, que cresce 21% ao ano, e que supera França, Alemanha, Inglaterra e Espanha.

Um primeiro lugar todo italiano, que no comportamento causa uma
inversão de papéis: o proprietário se torna “parceiro” de um animal cada vez mais exigente,mudando inclusive o interior da sua casa para atender mais confortavelmente seu “melhor amigo”.

Entre os itens mais vendidos estão: casinhas temáticas, cama estilo rede baiana, brinquedos, arranhadores, banheiras, etc…

 

Fonte: Revista Italiana M&G

  • reforma PASSO A PASSO

Estilo, harmonia e coerência são valores importantes a serem buscados na decoração de uma casa ou apartamento. E se a ambientação puder contar com bons materiais e ser feita em “uma taca só”, o processo torna-se (quase) perfeito. Só que para a maioria das pessoas que detêm orçamentos limitados, decorar a casa aos poucos acaba sendo a única solução. O maior desafio, nesses casos, é garantir um resultado final coeso.

Além disso, é preciso garantir que a casa fique em condições habitáveis, enquanto a reforma e as modificações se desenrolam.

 

Confira algumas dicas para realizar a decoração em etapas de forma bem sucedida e prazerosa:

 

1 – Planejamento consistente

Antes de qualquer coisa é importante pensar e planejar a ambientação da casa como um todo, para ela tenha unidade. Por exemplo, se você gosta do estilo “clean”, vale adotá-lo em todos os ambientes. O mesmo se aplica para quem prefere uma ambientação mais barroca, cheia de detalhes. Em decoração, o ideal é estabelecer um conceito único ‘separado por portas’. A execução pode ser feita em etapas, mas é necessário que antes de começar você já tenha uma ideia madura sobre dimensões, estilos e cores.

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2 – O ‘pesado’ vem primeiro

Se o projeto envolver obras civis é importante que os serviços que geram sujeira e as grandes modificações sejam priorizados. Isso vale para a demolição ou construção de paredes, troca de louças sanitárias e colocação/ alteração de gesso e pedras. Uma dica: se possível tente realizar esses serviços antes de ocupar o imóvel ou deixe-o vazio temporariamente.

Concluída a etapa mais pesada, parte-se para a colocação dos pisos de modo geral. Em uma reforma, cozinha e banheiros geralmente são alterados primeiro, pois exigem mais cuidados com a parte elétrica e hidráulica. Salas, quartos e varandas costumam ser menos trabalhosos e, por isso, podem vir na sequência. A parte mais ‘leve’ como a escolha de tapetes, adornos e quadros deve ficar para um segundo momento.

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3 – Priorize os armários

Uma vez definido o “layout” base e executadas as adequações e mudanças estruturais, parte-se para a execução dos armários. O ‘pulo do gato’, portanto, é primeiro dar conta da marcenaria embutida. Depois, comprar os mobiliários soltos e de grande porte e por último, os acessórios e objetos de decoração.

Na hora de escolher por qual cômodo começar, priorize a cozinha e o quarto que costumam ter mais armários planejados. As salas, por serem maiores, normalmente contam com uma decoração um pouco mais detalhada. Por isso  podem ser montadas aos poucos. Nesse último caso, compre primeiro um bom sofá e os demais elementos de uso cotidiano ou para a organização de itens pré-existentes, como respectivamente, a TV (ou o som) e a estante para livros.

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4 – Plano de ataque

Pensando no aspecto financeiro, setorizar a reforma pode ser uma boa saída para economizar dinheiro. É possível obter melhores condições de negociação adquirindo a marcenaria toda de uma vez e comprando todas as persianas da casa juntas, por exemplo. Na medida do possível, o ideal é sempre terminar um cômodo totalmente. A sensação de casa pronta é maior para quem habita, sem ficar aquele sentimento de muita coisa incompleta.

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5 – Harmonizando o novo e o existente

Sempre que possível, combine peças novas com outras pré-existentes (sejam elas ‘de família’ ou um bom exemplar plenamente usável e/ou recuperável). Todavia, vale observar o estilo de cada item e sua forma de interação com o conjunto. Muitas vezes uma nova pintura em móveis, troca de puxadores ou reestofamento já são suficientes para atualizar algumas peças e inseri-las no novo projeto.

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6 – Mantenha-se fiel ao planejado

Um erro comum de quem decora a casa em etapas é adquirir peças e objetos desproporcionais ao tamanho do ambiente e destoantes do conceito geral. Para evitar tais equívocos, vale andar com as medidas sempre debaixo do braço e com fotos dos cômodos. Se você se deparar com uma grande oportunidade, ao menos poderá verificar se o objeto caberá no seu espaço.

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7 – Grandes transformações com pequenas ações

Há uma série de ações simples que causam grande impacto em uma decoração e, não necessariamente, exigem transformações caras. Renovar a pintura das paredes é um exemplo. Trocar o revestimento do sofá é outra medida capaz de modificar completamente um cômodo.

Para a pintura, utilize uma palheta de cor nova: se o tom original era bege, fuja dos amarelos. Tente um matiz mais forte e marcante, mas que se alinhe ao restante da decoração. Alguns objetos como quadros e tapetes também podem fazer verdadeiros milagres: Além dar alma à decoração e de refletir a personalidade do morador, esses itens preenchem os espaços tornando-os mais aconchegantes. Esses elementos, aliás, podem sim ser adquiridos aos poucos. E essa inserção de novos mimos e detalhes cria uma sensação de satisfação e renovação do ambiente.

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8 – Soluções provisórias valem a pena?

Depende. No caso de acessórios, como tapetes e cortinas, se o modelo ideal não puder ser adquirido no momento, pode ser vantajoso adquirir uma opção temporária. Já para móveis de grande porte, como armários e sofás, procure evitar peças-tampão.

 

Fonte: Site Uol

Confira dez dicas para usar espelhos na decoração

 

O espelho é um dos poucos acessórios unânimes da arquitetura: combina com todos os estilos de ambientes e cai bem em cômodos de todos os tamanhos. Cores e texturas também não são um problema.

Para ganhar destaque, o segredo está na moldura e na dimensão. Quanto maior a peça, melhor – especialmente quando a intenção é aumentar o ambiente.

Veja dez dicas para usar esse elemento na decoração da sua casa:

1- Integre o estilo da moldura ao do cômodo.

Espelhos são um ótimo artifício para decorar porque são o tipo de peça que se adapta perfeitamente ao ambiente, independentemente da cor ou do estilo.

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2- Use para aumentar o espaço.

Colocar um espelho que ocupe a parede toda é uma tática eficaz para dar ideia de amplitude.

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3- Coloque espelhos nas portas dos armários. Ótima solução para quem não tem espaço.

O acessório não precisa ficar na porta de dentro, pode ser colocado na porta de fora também.

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4- Use em móveis como variação do vidro.

Mas cuidado para o visual não ficar exagerado: é só não carregar muito nas cores e texturas do resto da decoração.

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5- Use vários fragmentos em vez de uma peça única.

O espelho pode ser cortado em diferentes tamanhos, na vertical ou na horizontal. É mais para propósito decorativo, dá uma ideia de movimento.

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6- Combine peças diferentes.

Você pode colocar um painel ocupando uma das paredes e instalar uma peça menor, com uma moldura elaborada.

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7- Espelho dentro de espelho também vale.

Seja em duas peças sobrepostas ou em uma peça trabalhada. Quando não há moldura de madeira, é possível desenhar uma moldura no espelho com recortes e relevos.

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8- Espelhos no hall de entrada.

Esse recurso ajuda a dar vida a um canto sem graça como o hall de entrada. Não toma muito espaço e é providencial para um retoque final antes de sair de casa.

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9- Invista em um espelho no corredor.

O acessório substitui um quadro e dá noção de profundidade.

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10- Dê um up no espelho do banheiro.

No banheiro, ele é item básico – mas seu estilo não precisa ser básico. Pode-se caprichar na moldura ou num detalhe bisotê, uma espécie de borda em baixo relevo. E quem não gosta das luzes “de camarim” em volta da peça pode optar por um arranjo mais romântico.

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Erros na hora de decorar fazem com que o apartamento pareça menor.

Veja como fugir deles:

 

Lustres pendurados

Lustres pendurados e muito compridos podem dar a sensação de teto mais baixo e fazer com que o apartamento pareça ainda menor. Uma boa alternativa é apostar nas versões que são coladas ao teto ou em luminárias compridas posicionadas no chão em cantos estratégicos da casa.

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Móveis muito grandes

Se a casa é pequena, cuidado na hora de comprar os móveis: sofás, mesas, cômodas e outros itens muito grandes podem fazer com que o local pareça amontado. Em vez deles, prefira objetos com dupla função, retráteis ou que sejam fixos à parede e não ao chão.

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Atrapalhar a circulação

Antes de levar os móveis, é fundamental planejar a circulação da casa, caso contrário, você pode acabar sem espaço para transitar tranquilamente, sem esbarrar em todos os objetos. Em apartamentos pequenos, é importante pensar antes se haverá espaço para dois sofás, mesinha de centro e de jantar, por exemplo.

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Em ambientes pequenos, a melhor opção é investir em paredes mais sóbrias, portanto, pode ser um erro decorá-las com azulejos coloridos, que podem transmitir sensação de poluição visual. Para dar uma cor diferente ao local, você pode utilizar faixas de pastilhas coloridas somente em alguns pontos.

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Encher a casa de objetos

Se o apartamento é muito pequeno, tente se livrar de objetos que não tenham função – o excesso de itens decorativos deixa o lugar bagunçado, amontado e sem espaço para se mover livremente. Mantenha somente aqueles que têm mais valor para você e exponha-os em prateleiras altas, que não interferem na circulação.

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Excesso de cor

Tons muito escuros ou chamativos nas paredes podem diminuir visualmente o tamanho dos cômodos. Para não exagerar, a dica é utilizar cores mais fortes em uma única parede, enquanto as outras permanecem brancas. Você pode completar a cor da decoração com objetos coloridos, como almofadas e vasos de flores.

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Muitos móveis opacos

Os móveis opacos, de madeira maciça, por exemplo, podem diminuir o campo de visão, fazendo com que o espaço pareça mais apertado. Uma boa dica é optar por móveis de vidro transparentes – em mesas, portas, por exemplo –, que permitem a visualização do chão e melhoram a passagem de luz.

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Iluminação de salas

 

Nas salas de estar e de jantar é necessário usar diversas fontes de luz. A sala de estar, que tanto pode ser usada para uma conversa íntima com um amigo, como para estar calmamente a ler um livro ou fazer um puzzle no chão com o seu filho, requer uma iluminação suave conjugada com focos de luz brilhante sobre os quadros ou determinados pormenores decorativos e também outras luzes mais intensas colocadas em diversos pontos da sala.

Se existirem mesas de apoio ao pé dos sofás é indispensável colocar candeeiros pequenos ao seu lado, com lâmpadas de 60w. O ideal é que a luz geral da sala tenha um regulador de intensidade que permita obter a luminosidade pretendida, criando diferentes atmosferas consoante a ocasião.

 

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Os quadros requerem apliques especiais e lâmpadas com menos de 50w pois podem ser danificados pela luz. Já um recanto para leitura ou uma biblioteca requerem uma luz suave. Para ler opte por uma lâmpada de 100w num candeeiro de pé alto com cabeça orientável ou braço giratório.

Também é útil colocar uma luz fraca atrás do televisor de modo a evitar os reflexos que este emite quando a sala está na penumbra e que podem cansar os olhos.

 

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ILUMINAÇÃO SALA DE JANTAR

Para iluminar a sala de jantar coloque uma luz no teto, a 80-100cm de altura da mesa. Se a mesa de refeições for muito comprida opte por dois candeeiros de teto gêmeos. A potência deve ser de cerca de 100w, mas não convém usar lâmpadas halógenas com mais de 60w sobre a mesa das refeições pois fazem muito calor e ofuscam quem está descansadamente a comer.

 

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Ambientes que transmitem um conforto visual, com mistura de cores, tecidos, materiais e apoio da iluminação, todos estes itens ajudam a preencher e formar um local afetuoso e cheio de preciosidades.

Normalmente se denomina afetivo, algo ou alguém que transmita admiração, carinho, estima. Sentimentos que não precisam ser lançados com uma palavra, mas apenas com o olhar de sutileza, com gestos de benevolência, apenas ao sentimento de estado de espírito, e isso também acontece com os ambientes.

Ambientar é criar um projeto de dedicação com o outro, isso inclui, pessoa que habita o local, ou mesmo objetos que ali estão. A composição te traz boas lembranças, o aspecto do local ou mesmo o aroma, tudo pode soar como composição, visto que foi feito para aquele lugar, com o intuito de trazer um bom aspecto para o morador ou para o visitante.

Essa postura é colocada principalmente em ambientes que transmitem um conforto visual, com mistura de cores, tecidos, materiais e apoio da iluminação, todos estes itens ajudam a preencher e formar um local afetuoso e cheio de preciosidades.

Utilizar de objetos que tragam lembranças também é um ponto a mais, como um abajur herdado da avó, um quadro que foi dado por um amigo, ou apenas uma foto que te traga boas lembranças, tudo é válido, desde que caiba no ambiente. Às vezes apenas alguns detalhes trazem o clima para o local, um tapete, uma placa pintada a mão, uma ideia inovadora de mesa, ou mesmo uma planta para trazer cor ao local.

Um ambiente afetuoso pode ser simples, cheio de contextos e singularidades, depende daquilo que se vê e o que almeja transmitir. Tudo aquilo que planeja levar para si e para os outros, em uma atmosfera de crenças e misturas. Um ambiente assim consegue tocar não apenas quem o habita, mas quem ali está de passagem, é como se o visitante estivesse fazendo uma viagem por cada canto, com histórias diferentes, isso com a simplicidade e compreensão das boas lembranças compartilhadas.

 

Várias são as dicas para decorar um pequeno espaço aproveitando os centímetros preciosos de determinado lugar sem deixar o ambiente pesado e bagunçado. Conheça 18 dicas para organizar um espaço sem comprometer o estilo e a funcionalidade de um pequeno ambiente. Satisfaça todas as vontades!

 

  1. Sabe aqueles objetos perdidos pelo espaço? Aqueles que não combinam com a divisão e a decoração da sua sala, cozinha… Exercite o desapego e descarte o que não vem somando com a beleza do ambiente, afinal, não há espaço para acolher coisas pouco essenciais. Lembre-se que ao manter tudo organizado e no local adequado, o espaço vai automaticamente parecer mais amplo e arejado.
  2. A escolha da paleta de cores deve cair sobre tons mais suaves e claros que aumentam, de forma natural, um espaço reduzido. Prefira uma decoração monocromática, selecionando somente uma cor para utilizá-la em tons de intensidade variada. Se deseja engrandecer o espaço opte por pinturas com tintas que refletem mais luz como, por exemplo, as que possuem um acabamento com brilho, tanto para as paredes como para os tetos, assim será bem mais fácil ampliar visualmente a divisão de um ambiente. Se a mobília for escolhida em tons idênticos aos das paredes, o espaço ficará mais harmonioso e amplo – as cores contrastantes fazem o contrário, ou seja, “cortam” o espaço, diminuindo-o. Reserve as cores fortes para os têxteis e outros pequenos detalhes.
  3. A luz natural é o melhor amigo de um pequeno espaço, inundando-o com um efeito surpreendente que parece aumentar o recanto mais minúsculo. Se não interferir com a sua privacidade, evite pendurar cortinas, mas se fizer questão de vestir as janelas escolha um simples estore de rolo ou cortinado leve e semitransparente, sempre em tons claros. Se existirem paredes com funções puramente decorativas, ganhará ao eliminar ou recortá-las para deixar entrar mais luminosidade. O mesmo aplica-se a portas que não são utilizadas… mais vale retirá-las para ganhar espaço ou ainda escolher portas de correr. Se a luz natural não for o suficiente, invista nailuminação artificial com focos de teto ou candeeiros de pé e de mesa.
  4. Juntamente com a luz natural, os espelhos são um dos melhores recursos para fazer qualquer espaço crescer a olhos vistos: pendurado ou pousado no chão. Lembre-se que um espelho grande é um dos elementos que não pode faltar nas divisões menores da casa.
  5. Evite expor mobiliário junto às portas das divisões e nas áreas de passagem – além de não ser prático, vai apertar ainda mais um espaço que já é pequeno. Aposte em mobília “curta” como otomanas, pufes, cadeiras sem braços ou mesas baixas para não roubar centímetros preciosos e “abrir” mais o ambiente. Em termos de objetos decorativos, principalmente os que são mais altos, deve colocá-los, de preferência, junto às paredes em vez de no espaço aberto.
  6. Ainda em termos de mobiliário, opte por peças grandes, em menor quantidade, do que muitas peças pequenas. A quantidade vai dar um aspecto desarrumado ao espaço, ao contrário de meia dúzia de elementos de grande porte que vão emprestar um ambiente calmo e estruturado. Os móveis com bases abertas são indicados para ambientes mais apertados porque deixam o espaço “respirar”. Se vai ter mobília estofada, prefira padrões lisos em tons neutros, optando sempre por variar em termos de texturas, que podem acrescentar um interesse a mais na divisão do ambiente.
  7. Saiba que um chão visível fará qualquer divisão parecer maior, ao contrário de um coberto por tapetes. Se não abre mão de um bom tapete, opte por colocá-lo apenas em uma parte do espaço, deixando sempre algum chão à vista.
  8. Em vez de ter uma mesa de centro na sala, opte por uma consola comprida e estreita para exibir por de trás do sofá ou então uma mesa de apoio (os conjuntos de duas ou três que encaixam umas debaixo das outras são perfeitas para espaços reduzidos), estacionada ao lado do sofá e que pode ser colocado no centro sempre que necessário. Opte por um sofá seccionado que dá um ar mais fluído e menos fechado à sala, e se este tiver pés, ganhará espaço debaixo do mesmo para guardar em cestos, as revistas, livros, mantas e jogos de tabuleiro.
  9. As televisões estão presentes em todos os cantos da casa e podem ser verdadeiras “intrusas” em determinado espaço. A solução? Um suporte específico para televisões que podem ser fixadas em paredes ou então modelos como os LCD que são perfeitos para pendurar.
  10. Em um quarto para crianças com dimensões reduzidas, é sempre muito fácil decorar com diversão: opte por beliches ou então as bicamas “Bibox”, onde uma delas está camuflada como uma espécie de gaveta encaixada sob a cama de cima, podendo ser aberta de noite e ocultada de dia. Ainda no que toca ao espaço das crianças, recorra aos arrumadores de parede não só para decorar, mas também para organizar.
  11. As casas menores também têm corredores e, embora sejam espaços de passagem, podem ser decorados de forma eficiente e com muita elegância. Enxergue os corredores como local ideal para colocar armários estreitos, ganhando espaço de arrumação diverso ou então para exibir uma biblioteca. Entretanto, se preferir um corredor vazio, pinte as paredes com riscos horizontais para alongá-lo.
  12. Os materiais transparentes alongam qualquer zona porque acabam por refletir a luz e o próprio espaço: pode ser uma mesa com tampa de vidro ou de acrílico, portas e armários com vidro, cadeiras em acrílico transparente, uma porta do box do banheiro ou um biombo.
  13. Em uma cozinha com poucos metros quadrados, escolha uma mesa que possa ser fixada à parede e aberta exclusivamente na hora das refeições, pode também combiná-la com bancos altos ou empilháveis, uma barra de aço inox fixada sobre a bancada para organizar todo o tipo de utensílios… Assim, terá uma decoração minuciosa para poder cozinhar e saborear com muito estilo.
  14. Embora quase sempre pequenos, os banheiros podem ser habilmente decorados, basta aproveitar as suas paredes para instalar prateleiras bonitas e funcionais, fotografias emolduradas, espelhos sensuais, um porta rolos vertical para papel higiênico, um banco com arrumação interior ou que sirva para colocar a roupa suja.
  15. Em pequenos espaços não há nada como apostar em mobília multifuncional para decorar com estilo e praticabilidade: camas com arrumação sob o colchão, sofás-cama, mesas de centro, bancos, otomanas ou pufes que abrem para revelar espaço de arrumação extra.
  16. Utilize a arte de embutir eletrodomésticos nas pralereiras (prateleiras) ou em estantes e armários para criar um efeito visualmente interessante e organizado, sem roubar espaço extra. Assim você dará liberdade ao ambiente!
  17. Em quartos de dormir apertados, troque as tradicionais mesas de cabeceira por cubos ou prateleiras fixadas ao mesmo nível, para obter o mesmo efeito, com a vantagem de conseguir um visual bemoriginal e apelativo.
  18. Procure aperfeiçoar recantos que parecem pequenos para servirem algum propósito interessante: será que aquele nicho não é mais do que suficiente para montar um pequeno escritório ou esconderijo para leitura? O espaço debaixo de uma escada também pode acolher uma mesa e um banco com o telefone ou então uma prateleira embutida para posicionar algum objeto. O mesmo aplica-se aos espaços existentes nos patamares das escadas.

Fonte: Site eu decoro